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SECOND BLOG | ENTRETENIMENTO

Postado em 19/2/2008 17:47 por Jefferson Wallace

Philip Rosedale na Der Spiegel: "o SecondLife não terminou"


Philip Rosedale (também conhecido como Philip Linden, ou 'El Presidente'), fundador do Second Life e CEO da
Linden Lab, concedeu uma entrevista para a edição electrónica da conceituada revista alemã 'Der Spiegel'.

O assunto principal, como não poderia deixar de ser, foi a recessão no SecondLife. A fuga de usuários e a iminente quebra da economia do metaverso não desanimaram o chefão da Linden Lab: "Evitar os impactos negativos da recessão é a nossa maior missão" disse Philip ao repórter da Spiegel, Christian Stöcker:

SPIEGEL ONLINE: O Second Life esteve no auge durante os anos de 2006 and 2007. Agora mal se ouve falar dele. A festa acabou?

Philip Rosedale: " Isto acontece com todas as novas medias, e foi o que aconteceu com a própria Internet. Foi previsto este ciclo de crescimento, que chamou muito a atenção da imprensa, e depois um recuo. Nós estávamos a fazer muito sucesso nos dois primeiros trimestres de 2007, e então alguns escândalos chamaram a atenção da media também; só que de maneira negativa. Novas ferramentas, como os comandos de voz, e a utilização do SL pelas empresas e instituições de ensino vão devolver a nossa credibilidade agora em 2008. Mas é uma montanha-russa."

SPIEGEL ONLINE: O Second Life encolheu de maneira dramática. A maioria das empresas estão a ir embora...

Rosedale : "Mas muitas companhias estão a usar as suas sedes no Second Life para fechar acordos, procurar colaboradores e fazer reuniões em tempo real no Second Life. E esta utilização só tende a crescer. E já temos mais de 400 universidades dentro do Second Life e mais de 4.000 professores em nossa lista de educadores."

SPIEGEL ONLINE: Mas quem tentou fazer marketing no Second Life decepcionou-se,certo?

Rosedale : "Acho que ainda é cedo para dizer isto. Ainda temos 200.000 usuários diferentes todos os dias, e apesar de tudo, está a gerar um mercado em que circula mais de um milhão de dólares diariamente, e em que é possível lucrar,  mas ainda não é o suficiente para capitalizar aqui dentro muitos produtos da vida real."

 



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